PDF Sob o Jugo do Opus Dei

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Daniel Gawthrop
Contents:
  1. Episcopal Mottos
  2. Sinopsis dating dna ep 13
  3. Appendix:List of Latin phrases
  4. The Trial of Pope Benedict: Joseph Ratzinger and the - Library

Tcodosio, filho do novo rei D. Jofto 4. So tso encarecida por Jacinto Freire; o one indica nfto haver dela roemdria nessa cidade; pois a havfi-la, impossivel seria que escapassc ao cloqiienbe paneginsta da cidade, em tHo miiida rela ao. Imlilulo Vasto da Gama , 8. Depois de levantar o assedio, D.

Joao de Castro escreveu aos vereadores de Goa uina toeante carta pedindo-lhes am emprestimo de 20 mil pardans para reedificar a fortaleza. Joao de Castro nfto aceitou. Em Abril de 1. Joao de Castro a Goa, onde foi rccebido eomo tun veneedor rotnano com as maiores pom pas de Iriunfo. Eis cotuo se fez a solenidade da recepgfio. Catarina ; e ordenou-se o cortejo triunfal ao sora das salvas e toques de trorabetas, atabales e pandeiros. Antonio do Casal, com o crucifixo que levara na bata- Iha, com um brago desencravado e pendente.

Conroe Anes e o ouvidor geral Antonio Martins. Entrou na igreja de N. Francisco, onde encontrou a comunidade entoando na rua o Benedictus qui renit, e seguiu para a catedral, sendo aqui rece- bido pelo bispo e o clero ao canto do hino Te Deum laudamus. Concluidas as ceieradnias, recolheu-se o governador ao Paqo, e ordenou que, na parte do rauro que se roropera, se crigisse uma capela a S.

Joiio de Castro adormecer sobre os louros conquistados. Teve de cotnbater com Adil-Khau afim de assegurar a tranqiiilidade de Salsete e Bardes ; e partiu de novo para l iu com uma esquadra importante, por llie coDstar que o sul- tfio de Cambaia pensava etn reconquistar aquela pra- qa ; mas, o sultilo, vendo que os nossos estavam prc- venidos, desistiu da emprcsa e D. Joiio de Castro li- mitou-se a bombardear a costa. Joiio de Castro voltou a sua atenqilo para os negdcios internos, seguindo uma politica que lembra a de lord Cornwallis em Bengala na histdria posterior da India; fixou os salsi- rios dos oficiais civis forccjando por por termo ao sistema de corrupqiio e peculato com que defraudavam, ao mesmo tempo, o tesouro real e os indigenas.

Joilo 3. Seu filho D. Alvaro foi agra- ciado com o pdsto de capitao-mor do mar das Indias. Mas, D. De tudo isto se ve que D.

Episcopal Mottos

JoAo de Castro era urn vulto nobre, sirapatico e austero ; e se a sua gran- deza moral parece As vezes misturnda coni uma pon- tinlia de ostentayao, era talvez porque o grande herdi e santo entendia que, nuraa epoca em que o vicio reinava desenfreado, tinlia a virtude de ser aparatosa e deslumbrante.

A feiyiio roraana do seu cardcter liavia sido amoldada pelos desenhos de Plutarco, de quem se apaixonara. Triunfou como pagao e morreu conio cristilo, diz algures um escritor. Com a morte de D. Joao de Castro foi reconhecido como governador Garcia do Sa, na con- forraidade da 3. Joao Mascarenhas e Jorge Tello, designados nas primeiras duas patentee. Pouco tempo depois, o rajs'i de Calicut, o de Tannor e mais alguns reis do Malabar coligaram-se contra os portugueses, e, em um combate que se deu na ilha de Bardela, Francisco da Silva foi tnorto.

Mas, Manoel de Souza de Septilveda, o herdi do celebrado poeraa de C6rte-Real, obrigou o rajd de Tannor a uma paz onerosa. Jorge Cabral foi, em pessoa, assolar a costa de Calicut e arrasou Torah, Coulete e Panane, e teria reduzido o Samorim a ul times apuros, se n5o tivesse de entregar o govfirno ao sucessor. Afonso de -Noronha, D. Pedro Mascarenhas e Francisco Barreto. Daqiii vieram as multiplicn- das guerras, que ocuparam todo o govi'rno de D. Afonso tinha energia suficiente para afrontar esses perigos ; mas, com o exemplo das extorsoes e rapinas que deu, mostrou-se improprio para operar ns reformas, de que vinha incuinbido.

Encontraram-se as fustas com cinco galeotas turcas, de que era comandante Safar, valente general do paxA do Egipto, e, depois de um asperrimo combate em que os portugueses pelejaram com a costumada audacia, Luis Figueira foi tnorto e aprisionada a sua fusta. Antuo de Noronha, c, auxiliado com 3 roil soklados pclo rei de Ormuz, e com algumas tropas pelo capitao desta fortaleza, partiu para Katif, bateu a cidade com a sua artelharia e, a liora em que ia dar inn assaito, percebeu quo a guarnigao fngira secrctaraeute.

Toruou, portanto, posse da fortaleza sem ter sofridc quiisi neuliuma perda; quando, porem, tratava de demolir 0 castelo para evitar novos eonfli- tos com os turcos, uma siibita explosao de minas malou-lhe mais de 40 portugueses. Antao de Noronha teria, tambem, expulsado os lurcos de Bassoru, que eram uma constante ameaga para Ormuz : mas, por umas suspeitas de que os naturaes daquela cidade, nossos aliados.

A lvaro de Noro- nha, comandante desta fortaleza, tinha uma forte tro- pa de horoens, gragas a uma nau portuguesa, que arribara a Ormuz. Antes de partir, propos Epir-bey a 1. Desapontado com esta resposta, Epir-bey saqueou Ormuz e a ilha de Kismis e retirou-se. Entretanto o vioe-rei, que partira de Goa com uma armada do 30 uavios em Socorro de Ormuz, eucon- 96 trando em Diu a noticia de que o cerco jsSi estava le- vantado, uiandou, uma csquadra para cruzar no Golfo Pdrsico e regressou para se ocupar dos negdcios do Malabar.

Tal era o castigo com que, nesse pais, se punia tanto a infelicidade como a iru- pericia dos generais. Afonso de Noronha, querendo, entao, toruar maiores preeaugoes para o lado de Ormuz, mandou seu filho D. Em Agosto de , veiu jogar uova partida mais um capitao turco, por nome Ali-Xebuly, que pro- jectava unir-se a Murad-bey em Bassora ; mas, antes disso, perseguido pelas caravelas de 1.

Pedro da Silva, comandante da fortaleza, apareccram, de 97 Singapura e outros portos vizinhos, alguns navios portugueses em socorro. Em 12 de Agosto, os inimigos deram um assalto geral. Pedro da Silva, que felizmente estava prevenido e tinha disposto sftbre os muros uns mastros enormes, que havia tirado aos navios inserviveis, vendo os irtalaios escalarem de madrugada as mnralhas, esma- gou-os atirando sobre cles essas pesadas traves e por cima sucessivas panelas de polvora. Ao mesmo tempo, os jaus assaltaram a fortaleza doutro lado ; mas nfto sairam impunes.

Pedro, avisado a tempo por uma mulher como em Diu, con- seguiu tambem dcsbaratsi-los com graves perdas. Vendo os sultoes o dano que tinham recebido neste assalto, assentararu reduzir Malaca pela fome, que efectivaraente foi crescendo, a ponto de faltarem ab- solutamente os raantirnentos.

Pedro da Silva, nilo tendo outro recurso, langou mao de um estratagema, que por uma fortuna salvou a fortaleza. Pois, enviou alguns navios com ordem de devastar as terras dos reis sitiadores. Os raalaios, em vez de assaltarem neste momento a fortaleza, que, qudsi completamente desguarnecida por essa diversito, teria caitlo nas suas mfios, desistiram do eeroo para acudirem a seus rei- nos. Ficaram em tdrno de Malaca s6 os jaus que obstinadamenie nfio quiseram afastar-se. Mas Oil Fernandes de Carvalho, com permissito do comandan- te, fez uma sortida, it testa de homens, e foi tao feliz, que dispersou os inimigos obrigando-os a em- barcarem.

Assim, ficou Malaca livre do assedio mais terrivel que atd aqui sofrera. Em com a morte de Mahmud, sultilo de Cam- baia, insurgiram-se os mouros de Diu e principiaram negar aos portugueses os rendimentos da alfdndega. H8 Mas, a sublevagSo t'oi reprimida, sendo derrotados e expulsos os moiros por D. Diogo de Almeida, gover- nador da fortaleza, e seu sucessor D. Diogo de No- ronlia. Emquanto estas e outras vitorias de um lado abrilhantaraiii o vice-reinado de D.

Afonso de Noro- nha, os outros pontos do nosso dominio eram testemu- nhas do despotismo dos portugueses e das mais vergonliosas depredates praticadas pelo prdprio vice-rei. Xas Molucas Bernardim de Sousa, comandante da fortaleza, homem violento e obstinado, nfto queria que os reis dessas ilhas tivessem for- Uuerra lias talezas nos seus reinos, porque isso Molucas im porta va, dizia ele, uma prova de desconfianqa contra os portugueses. Por um pretexto desta ordem declarou guerra ao sul- tao de Geilolo e ccrcou-lhe a fortaleza. Os portugueses rasgaram a capitulate e, alein de saquearem a cidade, mataram barbaramente os habitantes.

O pobre sultao, n;lo po- deudo suportar a dAr, fugiu para os matos, donde nunca mais sain, protestando assim contra a perfidia e crueldade dos portugueses. Na illia de Ceilao, Madune, raja de Ceitavaca, estava em guerra aberta com o de Cota, nosso aliado. Durante a menoridade do seu herdeiro, assumiu a regencia seu parente Tribuly-Pandar, que prosseguiu a cam panha. Entretanto jti governava a India D.

Afonso de Noronha, que, informado dos factos, julgou ocasiSo oportuna para ccvar a sua cobiga. Partiu com uma esquadra a Ceilao e o pritneiro passo que deu, foi meter a tormento os crcados da casa do raj A falecido para que lhe descobrissem onde era o tesouro dos antigos reis.

Nao podendo conseguir a declara- gao desejada provavelmente porque esse tesouro nSo existia , saqueou o palacio e nao quiz ir auxiliar Tribuly-Pandar contra Madune, sem que lhe prome- tesse pagar, como para as despesas da jornada, mil pardaus de ouro em duas prestagoes. Recebidos logo 80 mil, que foi o que o regente p6de apurar vendendo joias e outros objectos, entrou na guerra e toraou Ceitavaca; mas a presa que fez, incluindo a riqueza de um templo, guardou-a toda para si, nao obstante ter estipulado com o seu aliado dar-lhe me- tade; e, a-pesar-de tudo isso, abandonou-o no resto da campanha, por este lhe nao poder apresentar os 20 mil pardaus, que devia a conta da pri peira presta- gao!

Pouco depois tratou o vice- rei de prender Tribu- ly, para o obrigar a pagar a quantia devida; mas, sabendo que 6ste fugira, prendeu o camareiro-mdr do rei, que so obteve a liberdade mandando a D. Afonso uns 5 mil pardaus a bom custo reunidos, obri- gando-se por um escrito a pagar-lhe o resto por todo aquele ano. Nao satisfeito com estas exacgoes, D.

Afonso, ao sair de Ceilao, recomendou ao capitao de Colombo que prendesse Tribuly, logo que o pudesse e o man- dasse para Goa. E efectivamente, passado algum tempo, Tribuly foi preso, mas fugindo da prisao mo- veu uma funosa guerra aos portugueses, que, afinal, terminou por umareconciliaqao.

Duarte de Ega e o seu imediato sucessor. Pois tratando o rei de Cota de continuer a guerra contra Madune, D. Duarte proineteu, e jurou sob re um missal, ir auxilia-lo com 50 portugueses e, por pagamento, recebeu logo mil cruzados. No mo- menta da raarcha exgiu maior paga e sacou mais cruzados, e, em troca, mandou-lhe apenas 20 solda- dos. E, depois de tudo isso, D. Duarte nao teve o es- crupulo de cartear intimamente com o inimigo e acei- tar-lhe dinheiro; o que tendo sabido o rajYt de Cota, e receando alguma traiyao dos 20 portugueses, desis- tiu da empresa, mandando k pressa recolher as suas tropas!

Duarte procedeu aiuda pior, porque recebeu dinheiro e nunca mandou o auxilio jue prometeu. O raja de Cota, entuo, enojado desta impudente desraoralisaqfto dos seus aliados, com quern nao podia contar para a guerra, preferiu fazer com o seu adversdrio a paz menos onerosa possxvel. O eco destas vergonhas chegou felizmente ao gover- no da metropole, que ordenou ao vice-rei restituir ao rajd de Cota tudo quanto Ihe fora roubado. Durante o governo de p. Francisco Xavier na ilha de Sanchao Afonso de Noronba maudoa fazer do ouro, joias e dinheiro, 3 ne achoa em casa do rei de Ceilao, no pagode etc.

Sao tres factos importantes para a histdria indo-portuguesa e que entre si se relacionatn, corao varnos a ver. Luis de Camoes vein em 1. Bento, tinica da armada do capitilo-mdr Fermlo Al- vares Cabral que chegou a Goa. Aqui, a sua vida foi too tcmpestuosa Canutes cm coino em Portugal. Fernando de Menezes ; sofreu as pro v, agues de um longo cruzeiro junto do Monte Feliz. Em , por ter escrito mua sutira, como adiaute veremos, foi desterrado pelo governador Francisco Barreto para as Molucas, donde partiu para Macau.

Nessa ilha exerceu o cargo judicial de Pro- vedor-m6r dos defunctos e ausentes, e escreveu, segun- do diz a tradigao, o setimo canto dos Lustadas , numa grata, que ainda e conhecida pelo nomc de Cruta de Camden. Da ida para Macau naufragou ' na costa de Cambodja, salvando a nado o seu poema na foz do rio Mecon. Voltando a Goa em , no vice-reina- do de D. Constantino de Braganga, passou pouco tempo sem torturas, gragas a protecgao do vice-rei.

Na governagao imediata, porem, foi de novo perse- guido pelos inimigos e esteve preso, Quando em , um Miguel Rodrigues Coutiuho, por alcunba Ft os Secos, a quern- o poeta devia dinheiro, o mandou erabargar na prisfio, Luis de Camoes deveu a liber- dade a um memorial que dirigiu ao vice-rei, conde do Redondo, em quadras satiricas visando o Flos Secos. Provavelmente para se eximir a novas perseguigoes regressou a Lisboa. IncansAvcl tnissionario portugues, percorreu desde Paris, onde corneqou a sua carreira, at6 Sanchilo, onde fechou os olhos, 53 mil logo as, cliegando a converter a religislo catolica, duni aoutro extremo, 1.

A infatigavel e benemcrita Companhia de Jesus introduziu a arte tipogrdfica em Goa. A primeira Arte tipografica em Goa obra que se editou, foram as teses ou Conclusoea Publicas , defendidas no colAgio de S. Paulo ; depois, foi o catecismo do grande Xavier : e os primeiros versos de Camoes, que viram a luz pix- blica, foram tambem dados a, estampa nessa mesma tipografia. No seu tempo Anel-Melek, governador do Con- l J. Noticiou o Gonimbncense, n. Garcia da Orta, pnblicado em Ooa no ano do A Iniprensa cm Goa.

Pedro, tanto porque ganhava as terras sent ter de intervir na revolta que ia rebentar contra o soberano, como porque teria em Meale, elevado ao trono, um aiiado seguro, aceitou o partido e acompanhou o principe, com muitas honras e um cortejo de 3 mil soldados, ate it fortaleza de Pondd, que tr6s dias antes fora tomada pelos portu- gueses. Francisco Barreto, S que seguiua Mascare- nhas pela 1.

Fernando Monroy, enviou D. Emquanto D. Antao levantava tributes em Kudai, uma f6rga de 7 mil homens veio, por or Jem de Ibraim Adil Khan, opor-lhe resistencia. Empenhou-se uma renhida batalha nas margens do rio de Carl ini, e os mouros foram derrotados com sensiveis perdas ; con- tudo, a vitdria n3o aproveitou aos portugueses ; por- que Adil-Khan, apoiado pelo rei de Vijayanagar, desbaratou o partido de Meale e expediu u.

Meale regressou entao k cidade de Goa, onde ele e seus filhos foram subsidiados pelo Estado at6 falece- rem, ficando por herdeiro dos seus direitos seu neto, J eonvertido ao cristianismo, I. Jotto de Menezes Xd, que se casou eni Portugal e por testa uoento legou ao soberano portugu. Pedro de Menezes o Rnivo, que lhe saiu ao encontro e travou aigumas escaratmqjas com resultado favonivel ; mas foi afinal obrigado a reco- Iher-se n fortaleza deixando as aldeias ii mcrce do inimigo.

Ao mesrno tempo as terras de Bardes foram assal- tadas repetidas vezes por Mu rad- Klian; Joao Peixoto, poreraj protegendo as fronteiras, conseguiu repelir essas agressoes. Oriental, Fasc. Hist, das com. Leoni, Camoes c os Ltisiailas, pag. Vis- condc de Jurotueuha, Obras ile Luis de Canutes , vol. Jotio 3. Constantino de Braganqa e seus trcs primeiros sucessores D. Catarina, era am hornena intrcpido, de probidade severe e fidalgo de alta li- nliagem. Den proves do seu grande amor As letras protegondo eficazmente o desgragado Carndes, que ueste governo voltou de Macau para Goa.

Entrando na India, 1. Constantino julgou indis- pensavel tomar Damilo para assegurar a defesa das terras de llagaira, constanteinente Tomaila dc insultadas pelas depredates dos namilo gazerates, e foi em pessoa a essa expedigilo com uma esquadra de 50 uavios. Logo que os portugueses desembarcaram 2 de Fevereiro de , os 4.

Contudo, nslo recuou; comegou o ataque e obteve re- sultado satisfatdrio at6 que, ao romper do sol, reu- nida a parte da fOrga que se havia extraviado, deu uma rija batalha e destrogou completamente os nu- merosos inimigos, em cujas fortificagoes encontraram os nossos 36 pegas de artclharia e uma grande porgiio de moedas de cobre.

Sinopsis dating dna ep 13

Ainda bojc a camara municipal de Damiio celebra todos os anos com pom pa a festa da PurificagSo de Nossa Senhora, comemorando a vitdria de D. Constantino de Braganga. Para a seguranga da nova praga entendeu l. Cons- tantino ser necesssirio toraar a illia de Balsa r, situada tt pouca distftncia de Damiio, e enviou uma expedigiio comandada pelo capitiio de Bagaim, D. Pedro de Al- meida, e sen irmiio D. Luis; mas o terror, que tinliam espalhado as faganhas praticadas pelos portugueses cm Damiio, fez que si guarnigiio de Balsar, sem ousar esperar o ataque, se rendesse sem nenhuma resistencia.

The transformative power of classical music - Benjamin Zander

Diogo de Noronha e conceded muitas franquias aos naturais da terra, para que a viessem povoar e grangear. Emquanto, por6m, D. Os portugue- ses, residentcs em Meliapor, atacados por urn raja vizinho, a-pesar-de iucitados por Pedro de Ataide a manterem a sua dignidade. Constantino, que sabia impor-se ao respeito dos sens suliordinados e da lidalguia corrupta. Km Uananor l. Paio de Noronha, capitao reecnte- mente nomeado, provocou, com o seu despotismo e orgulho imbecil, as iras do rajd, que Vilotia em logo lhe declarou guerra e comt- fanaiiar you incomodar scriaiuente os portu- gueses.

Este ea- pitfto, audaz e sofrego cotuo era, em vez de esperar em Cananor o inimigo, foi com uma frota correr os mares, arrasou Mangalore e destruiu uma esquadrilha do rajii. Voltando a Ooa, D.

Appendix:List of Latin phrases

Luis de Melo, eaptivo deste procedimento verdadeiramente rcgio, partiu com homens e ba- teu tao heroicamente os numerosos inimigos que cer- cavam a fortaleza, que o raja de Cananor, aterroriza- do, pediu a paz. Era os turcos puzerum cerco k fortaleza da ilha de Bahrein, pertencente ao rei de Ormuz.

Um persa por nome Ras-Murad, que a e em Bahrein defendia, pediu socorro a D. An tao de Noronha, governador da nossa cidadela de Ormuz. Alvaro da Silveira, que vol- tava do Mar lioxo, levou o socorro; mas forgado pelos portugueses indisci pi in ad os a dar batalha ao inituigo muito superior em niimero. Constantino nilo se limitava a defender os inte- rcsses da coroa portuguesa; estendia o seu zelo a reli- giilo crista, fazendo uma especie de guerra santa no oriente ; e foi a ZOlo rclisr. O rei de Jafnapatam, na ilha de Ceilao, opriinia os seus subditos convertidos ao cristiauismo.

Para remate da vitdria I. Constantino tomou a ilha de Manar, pertencente ao rei de Jal'na- patam e construiu uela uma fortaleza, cujo comando entregou a Manoel Uodrigues Coutinho. Esta guerra gloriosa para os portugueses ocasionou uni facto tooldgicarneute importante. Na totnada de Jafnapatam l. Constantino apode- rou-so dum dente, quo era venerado como de Iludha no do respectivo teraplo.

Segundo a lenda oriental, 6sse dente, conhecido pelo norne de delada , foi arrancado ao caddver do grande Gautama Budha pelo rei Koima e enviado a Ceilao. Por fim, corao os incrd- dulos rejeitassem a veracidade destas maravilhas, puseraxn o dente naraa bigorna, mas, quando se levan- tou o martelo para o esmigalhar, o dente sumiu-se para dentro da bigorna e, dai a pouco, brilhou com extraordinAria claridade dentro duma taga de oiro nas maos de SubhadrA.

Tais eram as tradigoes lenda- rias da celebre delada. Quando se espalhou a noticia de que essa miraculosa reliquia caira em poder dos portugueses, todos os po- vos budistas do oriente disputaram eritre si a posse do famoso dente, e o rei de Pegu chegou a oferecer, pelo resgate deste, mil cruzados prometendo paz perpdtua e a obrigagno de prover de mantimentos a fortaleza de Malaca. Muitos fidalgos, na esperanga de que do resgate do dente algum dinbeiro iria parar nas suas algibeiras, aconselhavam I. Constantino a que vendesse o dente; mas o vice-rei, temendo, dum lado, concorrer para a idolatria e, do outro, desfalcar a Fazenda duma irnpor- tante soma de dinbeiro, consultou o arcebispo, os pre- lados e teologos das ordens religiosas, os quais todos, reunidos em conferdncia e ponderadas todas as circuns- taneias, resolveram que se nao podia entregar aquele Ill dente, porque era dar ocasido a grandes idolatrias , o que nilo era Kcito fazer, embora se previsse que os budistas fabricariam outra reliquia em substituigao da que se llies ia recusar.

Assentado isso. Constantino e da sua cdrte. Constantino ficou rauito satisfeito com esse acto, que considerava de suprema abnegagao e desinteresse. Constantino, que os orouistas narram com entusiasmo como a maior proeza obrada por ele na India, os historiadores modernos censuram iicremente come um desacerto ou erro politico, muito deploravel, chamando ao vice-rei e seus conselhei- ros, homens piedosos na oerdadc , mas destituidos de prudi'ncia , porque com isso, dizem eles, a fe nfio iucrou nada, a Fazenda perdeu o dinlieiro com que se podiam remediar as grandes necessidades do Estado, e foratn excitados contra nds os ddios mais acerbos dos indigenas.

Constantino voltou para Portugal com as maos limpas do ouro indiano e confundiu os que o haviam intrigado na c6rte, aousando-o de coneussionario. Foi seu sucessor no governo D. Morreu em Goa a 19 de Fovereiro de , quando a regoncia do reino ja passara de D. Catarina para as ddbeis maos do Cardeal-lnfante. Garcia da Orta, que entao se aclia- va na India carregado de anos e longa experioncia, na frase de Camdes.

Referindo- Inqnisigao e Arcebispado em Goa Aberta a l. Antflo, que tornara A India. Quando D. AntEO de Noronha, none vice-rei. As Guerra de Cananor tropas de mar, que o vice-rei man- dou em socorro, encontraram-se com alguns corsdrios inimigos, que foram vencidos, mas a vitdria foi bastante disputada.

Os indigenas ja nao viarn nos portugueses herois invenciveis ; o terror e o prestigio das suas arraas ia diminuindo A proporqfio que Portugal cxportava para a India especuladores e piratas, avidos de faster for tuna, coin vergonha para o pais e descredito pe- rante o indigena. Apenas comegado o combate, duas das nossas galds fugiram vergonhosameute.

As outras duas, pordm, resgatarara essa vergonha por um rasgo de valentia. A gale comandada por Bento Caldcira de Almeida, incendiada pelo inimigo, deixou-se ir a pique sem querer render-se ; e a de I. Paulo do Li- ma, sosinha era campo, atirou-se com tal auddeia e intrepidez ao seio da esquadra inimiga, que a obrigou a fugir depois duma encarnigada luta imensauiente gloriosa para os portugueses. Enlretanto o capitao D. Autdnio de Noronha, que f6ra a Cananor com um reforgo de tropas de terra, defendia a cidade herbicamente, ate que, chegando ali Gongalo Pereira Marramaque e Alvaro Pais Souto- Maior, a guerra tornou-se de defensive era ofcnsiva e o inimigo foi completaraente derrotado.

Em Ceilao o roi Madune, provocado pelas prepoten- cias dos nossos, enviou todo o seu exercito sob o co- raando de sea fillio Raju sitiar a for- taleza de Cota. Pe- Ataqnesem dro de Ataide comeqou a defesa com Ceil2o os homens que ali existiam. Oito dias depois Rajii levantou repentinatnente o cer- co e foi de noute atacar a fortaleza de Colombo, espe- rando encontrA-la desprevenida; mas foi repelido. Convencido, corao estava, de que a toraada duraa des- sas fortalezas ira porta va a queda da outra, voltou no- varaente cercar Cota e resolveu reduzi-la pela fome.

Efectivaraente os sitiados chegaram a tais apuros, que D. Pedro de Ataide raandou salgar cadAveres para o sustento da guarniqilo, a-pesar das exortagoes era con- trArio de fr. Siraao da Nazare. Felizmente veiu socorro de Colombo e o capitao de Manar, Jorge de Melo, inandando assolar as terras de Madune, con- correu, tarabera, para se levantar o assAdio.

Contudo Raju, antes de partir, de'u um assalto geral A fortale- za na sua mAxima forga, mas foi desbaratado e reti- rou-se tendo perdido mais de 2 mil homens. Em o sultao de AquAm sitiou mais uma vez a cidade de Malaca, que, defendida valentemente por D.

Leoniz Pereira, p6de salvar-so. Neste cArco apareceram alguns tra- des a querer auxiliar os nossos pelejando uas muralhas ; D. Leoniz, e em Halaca por Am, vendo a sua impericia para o exercicio das ar- mas, obrigou-os -a ir para o templo auxiliA-lo com suas oracSes. Em Janeiro de D. Antiio de Noronha foi em pessoa com uma expedigao a Mangalore e, depois de ter expulso da cidade os nativos, que a defendiam, fundou ali uma fortaleza, como se fossem poucas as que Portugal possula na India ; mas nfto teve forga nos seus soldados, que assombravam a povoagao com as suas licenciosas devassidoes.

Nas Molucas carapeava deseufreada a imoralidade e o despotismo dos portugueses. Em Ternate o ca- pitilo Diogo Lopes de Mesquita chamou traigoeira- mente h fortaleza o sultilo Aeyro e o mandou matar a punhaladas; era Coron os portugueses, depois de se aliarem com os uaturais para destruir um exercito iuimigo, conciliaram contra si o odio dos aliados pelo seu infame procedimento com as mulheres destes.

E nenhum destes excessos foi punido pelo vice-rei, que passava o seu tempo em Goa palestrando com os pa- dres da Companhia. Antao, executaudo as ordens superiores, come- gou a construir a muralha na margern oriental da ilha de Goa, para a defender de quaisquer agressoes, outrora tao freqiientes, do lado do continente. Go- vernou atd 10 de Setembro de ; e a muralha foi continuada pelos sucessores.

Luts de Ataide e seus triunfos. Desastres posteriores Um dos primeiros actos del-rei D.

The Trial of Pope Benedict: Joseph Ratzinger and the - Library

Sebastiao, de- iois de sair da tutela, foi a nomeagSo de D. Luis de Ataide resplan- dece, pois, no ocaso do dominio portuguos, como o de Afonso de Albuquerque no sen alvorecer. Apenas chegado ao oriente, I. Luis, que em ta- lentos militares mlo era inuito inferior ao grande Afonso de Albuquerque, tratou de estabelecer uma disciplina severa e, organizando com grandes sacrifi- cios alguuias esquadras, enviou-as para proteger o nosso comercio contra os corsarios e reprimir as fre- qiientes sable values dos indigenas, triunfando bri- lhantemente de todas as diiiculdades, em que andava enredado o dominio portuguos, devido a indolente administrate de 1.

Antao de Noronha e seus dois antecessores. Afonso Pereira de Lacerda partiu para o nortc com seis navios e uma gald; e bastou a sua a pari to para sufocar os projcctos revoltosos que havia em Baticald. Jorge de Menezes Baroche foi com urn catur c duns gales acomcter o temivel corsario Kanatale, que, depois de lutar euergicamente, e tendo perdido as asperaujas de veneer os portuguesea, nslo quis sobre viver a derrota e com uin heroismo selvagem degolou um sen Klho e, damlo em si tres pnnbaladas, atirou-se ao mar.

O Saui o rim, jue nos incomodava com os seus cor- stirios, foi atacado violentamente por uma esquadra cotrandada por D. Diogo de Menezes, que Hie des- truiu a cidade de Mellascharam, onde os corsi'irios sc abrigavam. Martim Afonso de Miranda foi mandado com 20 navios vigiar o defender as costas do Malabar ; e Aires Teles de Menezes foi cucarrcgado de reprimir 8 as deniasias dos tanadares era Bandd, seis 14guas dis- taote de Goa.

Luis de lierdicas Ataide, cujas brilliantes qualidades militares haviam intiuido poderosa- mente nos costumes dos scus capit3.


  1. Silence and Fire!
  2. Lesson Plans When and Where I Enter: The Impact of Black Women on Race and Sex in America.
  3. Navigation menu.
  4. Críticos do Opus Dei.
  5. Twisted Conditioning 2.

Km Mem Lopes Carrasco, que navegava com uina nau nos mares de Malaca, achou-se de repente no meio dumn formidavel esquadra do sultao de Aquurn, composta de 20 j uncos, 20 gales e lan- charas. Sequioso de se vingar da derrota que D. Leoniz Pereira llie infligira em Malaca, o sultao cer- cou imediatamentc a uau portuguesa com o propdsito de nuo poupar nenhum dos tripulantes, se lhe ousas- sem resistir. Mem Lopes nao se assustou : pondo seu tilho Martim Lopes A, proa da nau, Francisco da Costa a popa e seu primo Martira de Ega A, frente da artelharia, tomou rapidamente a direcqao dfisse com- bate homerico, preparando-se os portugueses nao pa- ra veneer o inimigo, mas apenas para vender caras as vidas.

A batalha travou-se renliida e medonha. Kecomegada a luta ao romper do dia, tres galds, debaixo duma chuva de balas, conseguiram abordar a nau. Mem Lopes Carrasco, no meio do horroroso estrondo da peleja, acudindo a toda a parte, cobcrto de sangue e de polvora, e sem se a- 10 lialar pels perda do lillio. Nesse mesmo ano, a cidade de Pa m;lo era inquieta- da pelos mogois fortiticados em Parnel. Nuno Vellio Pereira, comandante diuna esquadra que cruzava na- juela costa, desembarcou, a pedido do governador da cidade com liomeus e investiu o forte de Parnel, que, alem de ter os baluartes assentes em rocha viva, era naturalmente muito defenssivel : mas foi repelido com perda de sete mortos e cincoenta feridos.

Nao desanitnou contudo ; voltou ao assalto com forgas do- bradas e assentou em pontos betn escolhidos pegas de artelharia. Francisco Mascarenhas com homens, intimou a cidade a render-se. Qui- seram os habitantes resistir : D. Luis desembarcou entdo com soldados e investiu a fortaleza pelo lado do sul, ao mesmo tempo que I. Em seguida langou fogo A. Conquistada Onor, I.

Luis desembarcou com um corpo unido de tropas e, avangando imediatamente para o forte, conseguiu toma-lo. Os defensores desampara- ram logo a cidadela, que D. Luis mandou demolir e reconstruir no local onde estava o forte, percebendo, pelo seu tacto militar, que era esta a melhor posigao para a defesa da cidade.

Os aconteciraentos nao o desmentiram ; pois, dai a tempos, querendo uns rajas vizinhos expulsar de Barcelor os portugueses, foram violentamente repelidos pelos homens que guar- neciatn o forte. Estas conquistas honram incontestivelmente o ge- neral ; mas, nao abonam muito a inteligcncia politica do vice-rei ; porqtie o dominio portugues, que jsi se sentia opritnido pelo pr.

Entretanto uma horrivel terapestade veiu pairar s6bre a India e tc-la hia subvertido, se nllo estivesse it testa do governo um general insigue, como o era D. Os principes do Malabar, percebendo que uraa das causas principals das nossas vitdrias era a desuniuo que reinava entre eles, coligaram-se todos para expulsar d'e vez os portu- Colijpujao gueses da India.

Nao entrou na coligaqao o raja de Cambaia por estar ein guerra com os mogois ; contudo, as constantes hostilidades, que os sens g uzerates moviam as nossas prayas de Damito e Diu, nao pcnnitiain a D. Luis de Ataide desguarnece-las para acudir as outras, onde houvesse maior perigo. Luis, logo que teve a noticia desta poderosa alian- ya, tomou todas as providcncias necessarias com um grande golpe de vista de vigilante governador que era. Jorge de Menezes Baroche e fixou a sua rcsidencia no panso seco em S. Bras, atim de poder dali providenciar melhor a tudo o que fosse necessA- rio e espiar o campo dos inimigos.

Distribuiram-se estas tropas pelas margens do rio de Goa c pelos passos de Banastarim, Agagaim e Sapal, e a primeira cousa de que trataram, foi iuterceptar a corrente do rio, esperando entrar por 61e na ilha. Luis mandou destruir por suas peqas de cam panha. Os inimigos concentraram entito a sua actividade e todo o fogo da sua artelharia contra a fortaleza de Banastarim, que lhes era mais acessivel. Luis, conhecendo o perigo, passou para Banastarim, man- dou levantar um muro de maaeira terra- plenado, que amortecia as balas e resguardava a fortaleza e os ae- fensores, e comegou a incomodar os sitiantes com re- petidas sortidas, que lhes causavam grandes estragos.

Diogo de Menezes, que desbaratara a frota coligada dos principes do Malabar, Com a cliegada destes impor- tant es soeorros, iniiltiplicou o vice-rei as sortidas a ponto de ordenar cinco por tuna so noute ; as quais puseram em complete perturhnyilo o acampamento inimigo.

El Opus Dei y la Universidade los Andes, Chile

Adil Khan resolveu, contudo, tentar um assalto decisivo ; mas 1. Liu's de Ataide, que tinha por sisteraa nfio csperar pelo ataque, maudou ao en- contro dos assaltantes 1. Fernando Monroy, que, surprcendendo-os na mareha, os desbaratou comple- tamentc, antes que se aproxitnassem das mnralhas. Paulo de Lima, comandante da fortnleza de liachol, fizera sortidas tambem com resultado fa vo ravel aos portugueses.

Desanituado, pois, com tantos rcvezes, Adil-Khan. Sigamos agora as peripecias do cerco de Chaul, que tinha co nice ado uns 8 dias mais tarde que o de Goa. Nao tardon a chegar um exdrcito poderoso, condu- zido pelo pnSprio Nizam, e entilo os assaltantes, de- senvolvendo-se em t6rno da cidade, que fica situada na foz dam rio e forma uma espGcie de peninsula, cercaram-na de mar a mar. Ao mesmo tempo dois generais do Nizarn corriam as terras de Baqaim com 4 mil cavalos, impedindo a guarnujiio desta fortaleza de socorrer os sitiados.

Depois da chegada do Nizam os indios deram um assalto em forma, mas foram repel idos com perda de homens. Logo depois, 5 mil homens assaltaram por tres pontos diferentes o presidio de S. Francisco, comandado por Nuno Velho Pereira, e perderam mais soldados ; obstinaram-se contudo em derrubar este presidio, concentrando contra Gle a sua artelharia de raaior calibre e conseguiram efectivamente arruind- lo forgando os portugueses a retirarem. Mas, quando os inimigos se juigavam scnbores das ruinas. A gloria, porem, deste sucesso foi compensada por uma catastrofe. Os portugueses tinliam resolvido abaudonar uraas casas por estarem afastadas e mais expostas ; mas quiseram primeiro mind-las.

Km- 3 uanto estavam neste trabalho, os indios vieram isputar a posse do edificio. Consultado em 26 de abril de Consultado em 10 de novembro de CBS News. The Guardian. The Trenton Times. International Herald Tribune. Opus Alegria. Consultado em 25 de agosto de Consultado em 30 de setembro de Que alegria. BBC News. Kansas City Star. The American. Consultado em 27 de novembro de Eternal Word Television Network. Ouves dentro de ti: "Como pesa esse jugo que tomaste livremente! A turba-multa foi-se agigantando.

Uma dor aguda penetra na alma de Jesus, e o Senhor desaba extenuado. A alma de Maria fica submersa em amargura, na amargura de Jesus Cristo. Seu Filho ferido Quantas ofensas! As minhas, as tuas, as da humanidade inteira Et in peccatis concepit me mater mea! Sl 50, 7. Nasci, como todos os homens, manchado com a culpa dos nossos primeiros pais. Fez milagres Precisamos dEla! Mc 15, Com amor! Amor com amor se paga. Nega-te e toma a sua Cruz. Ainda que o repitam mil vozes agoureiras. Aprende a mortificar os teus caprichos.

Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que tinha perecido Lc 19, Mas opere et veritate, com obras e de verdade. Como amar deveras a Cruz Santa de Jesus? E depois Ir-nos-emos parecendo mais e mais contigo. E Cristo disse: Ego sum lux mundi! Jo 8, 12 , Eu sou a luz do mundo.


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Homens, sim, mas com horror ao pecado grave. Ut in gratiarum semper actione maneamus! Assim esculpe Deus nas almas a imagem de seu Filho. Agradece ao Senhor essas delicadezas! O castigo que nos havia de trazer a paz caiu sobre ele, e por suas chagas fomos curados Is 53, Jesus desfalece, mas a sua queda nos levanta, a sua morte nos ressuscita. Jesus cai pelo peso de madeiro Prefere sucumbir a soltar a Cruz. Olha que ainda nada se perdeu. Ainda podes continuar avante, e com mais amor, com mais carinho, com mais fortaleza.

Disseste-me: — Padre, estou passando muito mal. E se nem mesmo assim podes com ela Lc 23, Todo o mal que fizemos e o bem que deixamos de fazer. Mais ainda, arrastaram-nO para fora da cidade a fim de O crucificarem. Seria o estandarte do diabo. Quando ama, alarga-se num crescendo de carinho que ultrapassa todas as barreiras. Todos contra Ele Todos verdugos. Jesus cumpre a Vontade de seu Pai!